Os Órfãos

Netflix / 2020.

Sinopse: a garota Kate Mandel consegue uma oportunidade de ser babá de duas crianças órfãs em uma antiga mansão cheia de mistérios e um passado sombrio.

Obs.: tem spoilers.

Já faz um bom tempo desde minha última postagem. Resolvi dar um tempo em filmes de terror. Voltei a assistir (e reassistir) algumas séries e acabei dando uma parada no blog, pois aqui o foco são filmes de terror.

Nesse tempo assisti um pouco de The Boys, Stranger Things, Arquivo X, Supernatural, GOT, entre outros. E ainda por cima trabalhando, estudando, jogando games e tocando. Confesso que essa minha situação de querer fazer de tudo um pouco ao mesmo tempo me atrapalha e me faz perder o foco dos meus projetos pessoais. Enfim, perco o foco, mas tento não desistir, embora seja cara a conta para manter esse site ativo. Em outros momentos não estou tão bem psicologicamente para ficar assistindo filmes de terror e acabo partindo para outros hobbies temporariamente para dar uma aliviada na mente.

Como minha esposa quis assistir um filme de terror, pensei que seria uma excelente oportunidade para fazer um post e manter o blog ativo (embora eu esteja escrevendo outros posts em paralelo, mas ainda não consegui concluí-los).

Não li muito à respeito de Os Órfãos e não cheguei a pesquisar se era bom. Tem o ator mirim Finn Wolfhard no elenco. Gosto dele atuando em Stranger Things e IT – Capítulo 1. Já em Os Órfãos achei que a atuação dele deixou à desejar, mas eu sei exatamente porque. Porque o roteiro é completamente desmiolado e desconexo. A atriz principal, Mackenzie Davis também se esforça, mas deixa a desejar também. Achei que todos se esforçaram bastante diante de uma produção tão confusa e chata.

O que eu achei bom: os locais de gravação e cenários. A mansão onde moram as crianças foi escolhida à dedo. É sinistra, gigantesca e cheia de cômodos antigos.

O que eu não gostei: todo o resto. Como já mencionei, as atuações deixaram a desejar. A construção da história é extremamente confusa. As coisas acontecem de maneira extrapolada e vomitada. O roteiro é péssimo e não sabe conduzir o espectador ao mistério proposto. Uma hora fiquei irritado com tanta groselha sem sentido que acontecia desordenadamente. Por mais que eu possa chegar à conclusão que a babá tinha problemas mentais e psicológicos, não acho que justifique construir um mistério de uma maneira tão vomitada e mal feita.

Além do roteiro caótico, o filme é envolto de clichês baratos com sustos que utilizam os clássicos artifícios de jump-scares (visuais e sonoros), tirando ainda mais a credibilidade da produção. Com exceção da cena onde um braço fantasma fica “pegando” no corpo da babá (achei bem legal e diferente essa cena), o restante é uma chatice repetitiva.

O final é completamente evasivo e aberto para que o espectador chegue às próprias conclusões sobre o que diabos se passou com a babá. Pra mim ela tinha problemas psiquiátricos, tal como sua mãe. Mas isso não explica muita coisa, pois o filme é um emaranhado de cenas desconexas e sem sentido (pelo menos foi como eu me senti assistindo pela primeira vez).

É só mais um filme fraco que será esquecido no tempo. Eu não gostei NADA. É chato, repetitivo, não tem mistério nenhum e se atrapalha ao expor o mistério que se propõe.

Até.

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