PENANCE LANE

Ano: 2020
Diretor: Peter Engert
Classificação: Terror/Suspense

Sinopse: Ex-presidiário, Crimson Matthews (Tyler Mane, que já atuou como Dentes de Sabre em um dos X-Men), ao sair da prisão vai em busca de uma nova vida em uma cidadezinha no interior. Ao salvar uma garota das mãos de um namorado perverso, o rapaz consegue uma oportunidade de trabalho reformando uma casa em ruínas na rua Penance Lane, porém é pego de surpresa por uma atividade maligna que ocorre dentro dessa casa.

Olá caros leitores fãs de terror, horror e sobrenatural!
Hoje vou falar sobre um filme de terror mais atual, lançado nesse ano de 2020, no mês de abril. A crítica a seguir contém pequenos SPOILERS.

Sabem porque eu gosto tanto de terror? Um dos motivos é que o assunto terror é extremamente difícil de ser abordado de uma forma que envolva e interesse o espectador. São raros os filmes de terror muito bem produzidos, com assuntos bem abordados e com mensagens reflexivas, além de que geralmente ninguém quer investir em filmes de terror, portanto os orçamentos são muito baixos e fica difícil (não impossível) fazer um filme a altura de super produções. Mesmo assim, entendo que mesmo com pouco orçamento e uma boa dose de talento, é possível entregar um bom filme com baixo orçamento.

Não é o caso de Penance Lane! Embora dê para perceber um esforço grande por parte da equipe, o filme entrega uma história pobre, clichê e cheia de falhas de edição e roteiro. O ator Tyler Mane, que interpreta o personagem principal, até tenta fazer uma boa interpretação e entregar um personagem mal-encarado e durão, mas não é o suficiente para salvar o filme.

Existem alguns absurdos como: corpos voando magicamente (embora achemos que tenham um motivo para voar, podemos constatar depois que não haviam motivos para corpos voarem magicamente), diálogos toscos e terrivelmente mal interpretados, edições toscas de cenas de lutas (mas aceitáveis) e muitas outras falhas.

A história é até interessante, mas não tem absolutamente nada de novo. Mais do mesmo.

A forma que é filmado e editado não atraem muito o espectador, sem criar muito suspense, numa evolução pífia. Depois de 10 minutos de filme o espectador já está com o saco cheio de assistir e já percebe que vai ser só mais um filminho de terror fraco que nunca será lembrado por ninguém e conhecido por poucos.

É só mais um filme de terror onde um herói politicamente incorreto, salva uma garota indefesa e todos saem ganhando no final, menos os vilões. O filme tenta ser violento e chocante, mas nem isso consegue. Ora por falta de recursos, ora por falta de competência.

Se quiserem assistir, fiquem à vontade. Na minha opinião, foi um filme para assistir uma única vez na vida. Isso porque não fui atrás de nenhuma crítica sobre ele antes. Caso contrário, nem teria perdido meu tempo assistindo.

Minha notinha: 2,0 bloody stars!

Abraços!

Bruce Clark.

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